Planejamento Previdenciário

Quem nunca fez um planejamento antes de comprar um imóvel, antes de fazer uma viagem ou de poupar recursos para garantir um futuro para seus filhos? Do mesmo modo, devemos planejar nossa aposentadoria, para quando chegar a hora, obter um benefício que nos ajude no sustento de nossa família, depois de anos de trabalho duro!

Levando em conta as novas regras da Previdência Social, principalmente em relação ao cálculo do valor do benefício, é essencial um acompanhamento contí­nuo da situação previdenciária do traba­lhador e um planejamento para saber se está recolhendo corretamente, se vale a pena aumentar ou diminuir a contribui­ção, qual reflexo isso trará no benefício futuro, quando faltaria para cumprir os requisitos, se vale a pena esperar para obter um benefício melhor, dentro ou­tros questionamentos.

Como parte de um planejamento sus­tentável, a aposentadoria confere ao seu beneficiário a prerrogativa de não precisar trabalhar para sobreviver e ainda ter dinhei­ro para atividades extras de lazer. Ademais, à medida que a capacidade contributiva di­minui, maior é a necessidade de orientação e planejamento do futuro, sendo que a ten­dência é que se opte pelo sistema que forne­ça maior proteção por menor custo relativo.

Suponhamos que um empresário, caso fosse requerer sua aposentadoria atual­mente, viesse a receber o equivalente a três salários mínimos, mas esse valor não seria suficiente para cobrir suas despesas mensais. Com o planejamento previden­ciário, será projetado, qual valor deverá contribuir mensalmente e durante quan­do tempo, para atingir uma aposentado­ria maior, bem como quanto tempo re­cuperaria esse investimento, após a con­cessão do benefício, levando em conta o acréscimo gerado e ainda avaliando a sua expectativa de sobrevida, após a recupera­ção do investimento realizado.

Segundo o advogado Dr. Edson Macha­do Filgueiras Junior, sócio da Machado Filgueiras Advogados Associados, em uma situação hipotética, um segurado homem, ao realizar um planejamento previdenciá­rio, deve ser orientado no sentido de não se aposentar de forma proporcional, mas de forma integral, completando 35 anos de tempo de contribuição.

Isso porque, além do fator previdenciá­rio que é aplicado sobre a média dos seus salários de contribuição já ser um redutor incontestável, na aposentadoria propor­cional ele teria ainda a aplicação da pro­porcionalidade do coeficiente de cálculo (70%) sobre seu salário de benefício, acar­retando uma redução de 30% a 50% da média dos seus salários de contribuição.

Mas, além disso, ele seria aconselhado a aumentar imediatamente sua contribuição para o teto máximo vigente nesse tempo restante para atingir os 35 anos de contri­buição: “Como está em sua ‘reta final’ para atingir o tempo exigido por lei, vale a pena fazer o investimento e aumentar para o má­ximo permitido, a fim de melhorar a média dos seus salários de contribuição”, explica.

Assim, tendo em vista a importância de não deixar para última hora e planejar sua aposentadoria, a Machado Filgueiras Advogados oferece uma consultoria pre­videnciária especializada para orientá-lo sobre a melhor forma investir no seu fu­turo e de sua família!

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